A Unidade
de Hormónios e Marcadores tumorais
oferece uma ferramenta fiável aos diferentes
médicos especialistas a qual lhes irá
permitir abordar, a partir de um ponto de vista
analítico, diferentes aspectos funcionais
das patologias relacionadas com as suas respectivas
áreas clínicas, sendo estas principalmente
a endocrinologia, a oncologia e o diagnóstico
pré-natal.
No âmbito
das patologias endócrinas
a Unidade realiza habitualmente um vasto número
de parâmetros séricos, plasmáticos,
urinários e salivares que permitem conhecer
o bom funcionamento de todas as glândulas
endócrinas e, ao mesmo tempo, por intermédio
de provas funcionais, o correcto estado de todos
os eixos hormonais.
No âmbito
da oncologia, o nosso trabalho
centra-se principalmente na determinação
de marcadores tumorais que possibilitem que o
oncologista clínico, em conjunto com outros
parâmetros, diagnostique, caracterize, trate
e siga a evolução do paciente.
No âmbito
do diagnóstico pré-natal,
através de marcadores bioquímicos
e em conjunto com marcadores ecográficos,
podemos estabelecer individualmente o risco de
gravidez afectado por cromossomopatias durante
o primeiro trimestre e por cromossomopatias e
defeitos do tubo neural durante o segundo trimestre.
Técnicas
Analíticas
- Sistemas RIA gamma e beta
- Sistemas Elisa
- Analisadores automáticos de quimiluminescência
- Cromatografia líquida (HPLC)
Campos
de Actuação
A Unidade analisa habitualmente
cerca de 120 parâmetros séricos,
plasmáticos, salivares e urinários.
Estes podem ser classificados em quatro grupos:
HORMÓNIOS:
Possibilitam a exploração da função
de todas as glândulas endócrinas:
hipófise, tiróide, gónada,
supra-renais, pâncreas, placenta etc., ajudando
o clínico a estabelecer um diagnóstico.
MARCADORES
TUMORAIS:
Moléculas de grande ajuda para a valoração
de diferentes aspectos da biologia tumoral que
permitem que o oncologista clínico caracterize,
trate e siga a evolução do cancro.
Perante a elevação de um marcador
tumoral, deve-se descartar sempre a existência
de um falso positivo que poderia derivar de patologias
benignas associadas nos tecidos onde são
sintetizados, catabolizados e/ou eliminados.
VITAMINAS:
B6, B12 e derivados da Vitamina D. Ajudam a diagnosticar
anemias, osteomalácias, insuficiência
renal crónica ou hiperparatirodismo.
CRIVAGEM
BIOQUÍMICA DE CROMOSSOMOPATIAS E DEFEITOS
DO TUBO NEURAL:
Através de determinadas substâncias
de origem fetal, placentária ou fetoplacentária como
é o caso das BHCG livre, Alfa-Fetoproteína
e PAPP-A (Marcadores bioquimícos) cujas
concentrações em soro materno alteram-se
) substancialmente aquando da presença
de determinadas anomalias cromossómicas
ou defeitos do tubo neural. |